Despertando Sentimentos

O vocábulo grego Théatron estabelece o lugar físico do espectador, “lugar onde se vê”. Entretanto o teatro também é o lugar onde acontece o drama frente aos espectadores, complemento real e imaginário que acontece no local de representação. Fonte: Wikipédia

Bem-vindo ao blog do Grupo Théatron! Um espaço aberto a todos que gostam não apenas de “assistir” teatro, mas principalmente, de “sentir” o teatro. 

Aqui é possível encontrar fotos das aulas e atividades, textos, agenda de espetáculos, enfim, materiais produzidos e pesquisados por alunos do curso de teatro da Fundação Cultural Cassiano Ricardo – Espaço Clemente Gomes.

Participe também com seus comentários, observações, críticas ou então trocando com o grupo informações sobre teatro, peças, shows, filmes, atores, autores, diretores…

O importante é quebrar a inércia e fazer a roda girar!

4 Comentários

  1. `sem um pouco de paixao nao dah`
    e isto nao nos tem faltado, certo?
    conduzido pelo Mestre Fernando, a cada aula nos renovamos, revivemos as experiencias, refletimos sobre o que fizemos e reposicionamo-nos para novos exercicios. Isto junto com o aquecimento fisico, compoe um quadro que nos re integra a cada vez num corpo afim e motivado. Inteligentemente o Mestre nos conduz a um estado psicologico de envolvimento adequado aos exercicios que virao no decorrer de cada aula. Atingir este estado nao eh tarefa simples como pode parecer no primeiro momento, mas perde-lo pode ser coisa de poucos minutos, daih o Professor nos incitar a mante-la cuidadosamente, esforcando-nos para nao dissipar a concentracao tao arduamente alcancada.
    Eh assim que paulatinamente vamos nos imbuindo desse `espirito de corpo` (nao confunda com `espirito de porco`) e aos poucos vamos deixando nossas mentes nos dominar…. Ou seria o inverso? Nossos corpos dominar nossas mentes?
    Certamente ainda temos muito a aprender e a treinar, mas podemos observar que os `guerreiros` que vao se mantendo no `campo de batalha` comecam a se transformar em aprendizes do `feiticeiro` Fernando.
    um abraco a todos
    chico

  2. Achei interessante esta reportagem, transcrevo um trecho dela

    folha de sp – 15/07/09 – trecho da reportagem com antunes filho (Lucas Neves)

    [ ... De repente, percebi que tinha de pegar alguma coisa desse bombardeamento eletrônico que estava lá fora. Senão, estaria no tempo da vovó. Tenho de oferecer algo que leve o espectador a outra dimensão do teatro. Não dá mais para ser naturalista nem realista. Tem de fugir do cânone", avalia.
    Para quem ficou conhecido por encenações de marcação rigorosa e formalismo agudo, a afirmação soa como a uma alforria . "Estou cada vez mais aberto , em busca do imprevisível. Aquilo que sei em termos de teatro é muito miserável."
    Mas devagar com o andor . O faciícnio de Antunes pela videoarte não deve se traduzir tão cedo no uso de projeções ou pirotecnias multimídioa em cena. "Não é assim! Faça teatro com as armas dele. É muito mais ousado e essencial. O Negócio é tomar emprestados os impulsos , os neuronios das outras artes que estão no ar." ... ]

    chico

    • Oi Chico… valeu pela colaboração!!!!

      Muito bom… nos faz pensar sobre esses “bombardeios” diários e os caminhos a seguir…

      Bjs.

      Até segunda!!!

      Mônica

  3. Teatro sem máscaras – In on it(Enrique Diaz)
    …Verdades Cartesianas ??….
    Extrato de artigo de Lucas Neves
    FS 23 de jul 09
    Antes de fincar pé na direção teatral, 20 anos atrás, Enrique Diaz, 41, tentou o jornalismo na faculdade. Mas a profissão era balizada por conceitos que ele via com ceticismo : objetividade, concretude, assimilação rápida de informações. “É como se estivesse olhando e realmente entendendo alguma coisa, a ponto de poder falar sobre ela. Isso não é verdade” , diz.
    No palco, Diaz achou abrigo para essa aversão às verdades cartesianas. Seus trabalhos de direção na Cia. Dos Atores e em vôos autônomos atiraram dúvidas na direção do real absoluto. ….nas quais os atores dividem com a platéia seu espanto diante das ações e contradições dos personagens, como se dessem ao público acesso aos bastidores de criação…. Três planos se intercalam: a “peça dentro da peça”, o trabalho de tentativa e erro dos interpretes e a relação afetiva dos dois. Abstração a que um Diaz jornalista não poderia se permitir.


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